2019 está aí e com ele mais uma promessa de voltar a blogar. Se é que eu ainda me lembre como faz isso. Se é que já soube.

Não vou revisar nem ficar olhando muito, porque senão não vou postar.

Eu poderia falar sobre como 2018 foi importante para mim, mas no momento não estou exatamente feliz. O meu Fredinho (que aqui ilustra o post) cumpriu sua missão na Terra neste último 31 de dezembro e foi se tornar uma estrelinha lá no céu dos doguinho. Não vou fugir do meu luto. Fredinho era da família, mas nunca foi de ninguém. Ele sempre foi dele mesmo. Vou encerrar com a homenagem que lhe fiz ontem. Eu nem sei mais o que falar por hoje. E tá tudo bem.

Visualizar esta foto no Instagram.

Você chegou e logo de cara me mordeu. Mordeu todo mundo. Mordeu as visitas e os sapatos das visitas. Comeu a borracha das cadeiras do escritório. Fazia xixi sempre no lugar errado. Quando enxergava, fugia de casa. E nas fugidas se meteu com pit bulls, cachorros maiores que você, e saiu da enrascadas sorrateiramente. Você era diferente de qualquer cachorro que já vi. E é até hoje. Sempre muito inteligente. Muito fino e delicado pra comer ração e petisco. Você chegou na nossa casa e nos ensinou que amor é incondicional. A gente tem que se dar sem esperar nada em troca. Mesmo que você não demonstrasse e ainda fizesse tudo ao contrário do que pedíamos. A gente não pode desistir nem abandonar. A gente só ama. E segue. Mas eu sei que lá no fundo você até tolerava a gente, rs. De uns tempos pra cá, você até tinha aumentado o tempo da “cota de carinho” antes de partir pro ataque, veja só. Você é único. E eu só tenho a te agradecer por todos esses anos de companheirismo e de dentadinhas. Por ter nos adotado e ensinado tanto. Essa é uma homenagem bem simples em comparação a tudo o que você representa pra mim. O céu dos cachorrinhos está em festa e tem muito Doguitos pra você. Você é um ótimo cachorro. Eu te amo e vou te amar pra sempre. Meu eterno Fredissauro 💖

Uma publicação compartilhada por Natalia Akemi Hayashi (@nattyakemi) em

Olar, pessoas! Ainda tem pessoas por aqui?

Decidi começar o BEDA de novo de última hora mais uma vez. Espero que desta vez eu consiga ser mais consistente em minhas postagens, e que eu consiga trazer um conteúdo melhor para os posts.

Desde a última maratona, muita coisa mudou. Fiquei noiva – casamento pra 2019! Mudei pra ZN de São Paulo e não achei que fosse curtir tanto! E adotei mais duas gatas, desta vez duas bebezinhas (chegaram com aproximadamente 45 e 60 dias). Estou montando um cantinho pros meus estudos – e descobri ser a representante de sala no curso de Administração. Comprei cursos online que ainda não terminei nem comecei. Troquei de óculos e estou usando lentes de contato em dias alternados. Gastei muito, mais do que devia. Parei o controle financeiro e voltei a fazer. E hoje eu comprei uma tábua de passar 🙂

A vida adulta parece estar consolidada. Todo dia uma coisa nova e diferente pra descobrir. Bora nessa jornada?

… Ou sobre a tal da procrastinação.

Ultimamente tenho me pegado em um cenário de onde sempre fujo mas sempre acabo voltando: com mil coisas pra fazer, pensando em 10 mil outras coisas que eu poderia fazer, mas na realidade fazendo zero coisas.

E ao invés de enfrentar tudo isso, sentar e colocar tudo no papel, meu instinto é fugir mais ainda e deixar tudo quietinho e bagunçado como está, até a coisa mais urgente gritar de novo.

Nesse turbilhão de coisas, só consigo pensar na frase que li esses dias:

“Filho, para que você está pensando em objetivos se não está arranjando tempo nem para limpar o banheiro?” (David Allen)

Eu estudo métodos de organização há pelo menos 6 anos, eu sei muitas teorias, mas não consigo dar um passo a frente rumo à prática.

Descobri que minha maior inimiga sou eu mesma. =/

3, 2, 1…

Apesar de ler muito e ver muitos vídeos sobre mudança de vida, hábitos e rotinas, propósitos de vida, etc., sou uma pessoa que tem muita dificuldade pra tomar a frente de uma situação.

Mas eu não posso, simplesmente não posso deixar continuar algumas coisas como estão. Preciso de coragem.

Esse post é um reminder pra eu enfrentar o medo e apenas ir.

Se nada der certo, deu certo.

Partiu partir.

Great Buddha (Daibutsu), Kamakura, Japão. Foto tirada por mim. nov/2012

Desde fevereiro desse ano eu venho praticando as Páginas Matinais. Pra quem não conhece, há uma explicação legal no vídeo deste post da Paty Pegorin. Não é algo que faço sempre, inclusive fiquei um bom tempo sem escrever, mas é algo que estou tentando estabelecer como um hábito agora. Basicamente, escrevo toda manhã até 3 páginas de um caderno. Hoje eu escrevi 4 páginas.

Ontem vi o vídeo da Nath Arcuri com o Geronimo Theml e fui dormir pensando nos meus propósitos. Eu sentei esta manhã pra escrever tendo a certeza que falaria sobre isso, mas acabou saindo uma reflexão que foi mais além. Gostaria de compartilhá-la aqui com quem se interessar e comigo mesma, para não esquecer – até hoje não reli nada do que escrevi no meu caderno de Páginas Matinais. Desde já peço desculpas se eu parecer repetitiva, mas a intenção era clarear a minha mente e não postar aqui. Lá vai:

Bom dia. Muito obrigado. Gratidão por acordar para estar viva neste mundo por mais um dia.

Eu estou neste momento voltando na minha cabeça as perguntas: E quando eu chegar no fim dessa vida? Será que “eu” continuo sendo “eu” ou “eu” volto como outra pessoa pra cá? Será que meu eu vai existir num plano que não pertence aqui? Será que a vida continua e é contínua? Será que “morrer” é como dormir ou desmaiar? Será que eu fico presa ao corpo, ossos e pó? Qual o sentido de viver bem nesta vida terrena se não se sabe se há um depois?

Me sinto tão perdida. Eu queria muito ter a certeza da existência de Deus e do mundo espiritual pelas minhas crenças, mas eu não sei se creio de verdade. Isso me faz sentir solitária um pouco. Acho que crer me traria o conforto de espírito que tanto quero mas não tenho. Me ajudaria a acalmar.

Ando assistindo a tantos vídeos sobre produtividade e organização, foco, metodologias, desenvolvimento pessoal e estudos, assuntos pelos quais estou especialmente viciada no momento. Mas qual o sentido de ser organizada, guardar dinheiro para “realizar os meus sonhos”, se eu não sei se o que vem depois vale a pena ou se ao menos existe?

Qual o sentido de se ter e buscar tão incessantemente um propósito e a paz interior, meditar, ajudar o próximo? Eu me recuso a pensar que a vida “é só isso” que vivemos aqui, respirando, e depois acaba. Mas eu ainda não consigo descartar e isso me angustia.

De que adianta ter objetivos e alcançá-los? E depois? Focar no próximo objetivo e ser esse loop eterno enquanto se vive aqui? 

Eu andava (e ando) tão pilhada e intrigada sobre o fato de não ter encontrado ainda (ou ter achado que perdi) minha “vocação”, e ficar procurando sem descanso “o que eu quero fazer”, “o que eu posso ser”, que me esqueci que a essência é mais profunda que a superfície dos propósitos terrenos.

Acho eu que, enquanto não conseguir me esclarecer quanto a pergunta inicial do “e depois?”, eu posso procurar qualquer coisa pra fazer e “me dedicar”, mas não estarei lá 100%. Eu não estou 100% neste momento. Acho que nunca estive nem estou perto disso. Mas eu quero chegar. Eu quero muito acreditar.

Queria pelo menos saber se estou no caminho certo. Queria um norte.

Não é possível que seja “tudo” somente “isso aqui” que passamos na Terra, porque senão de que adiantaria? Qual o sentido disso? E por que eu acho que tudo tem que ter necessariamente um sentido e uma razão?

E se não houver sentido nem razão?

Quantas perguntas sem respostas. Que angústia! Que intrigante!

Acho que estou precisando voltar à estaca zero”, parar, respirar. E tentar repensar tudo de novo pela enésima vez.

Se um dia eu descobrir as respostas, eu conto. Mas no momento não está fácil.

Pôr do Sol em Colonia Del Sacramento, Uruguai, 2012. Foto tirada por mim.

Aos trancos e barrancos, cheguei ao fim do BEDA. Foram quase todos os dias de post (mais de 90% de aproveitamento)! Estou surpresa e orgulhosa de mim mesma, foi um desafio e tanto me propor a postar diariamente, sem programar os textos.

E ao fim do BEDA, algumas coisas que concluo:

  • Preciso de mais horas para pensar e desenvolver melhor meus temas
  • Não adianta escrever com sono
  • Tags salvam a vida!
  • Eu ainda gosto de blogar 🙂 Mesmo não tendo ideia do que escrever
  • Fiquei com vontade de trazer conteúdo em vídeo (quem sabe!)

Vou tentar manter uma consistência de 2 a 3 posts por semana, vamos ver se vai rolar com o passar do tempo.

Pôr-do-sol na Casapueblo, Uruguai (abr/2017). Foto tirada por mim.

A vida aconteceu e eu fiquei 3 dias seguidos sem postar, e só me dei conta hoje.

Esses dias ando tentando acordar mais cedo (1h mais cedo que o habitual) para conseguir dar tempo de meditar e ver tudo o que tenho para fazer… Mas o horário de ir dormir está cada vez mais tarde. E eu me sinto cada vez mais cansada. Estou fazendo o possível para dormir pelo menos 5h por noite (preciso de 7h/8h) por meio do app Sleep Town, onde consigo trackear as horas de sono e evito mexer no telefone ao mesmo tempo que construo um edifício por noite na minha “cidade dos sonhos”, hehe.

Neste último sábado aconteceu um evento muito importante na Associação que faço parte: o Yamaguchi Kenjinkai do Brasil completou 90 anos de fundação. Tivemos uma cerimônia linda, e com a participação do Governador da Província de Yamaguchi e autoridades. Neste dia também tive mais exemplos escancarados na minha cara de que, ainda que a gente planeje tudo para todas as coisas acontecerem da melhor maneira possível, sempre vai ter alguma coisa inesperada, e tudo é sobre como reagimos a isso. E que o importante é estarmos reunidos com pessoas com os mesmos propósitos que os nossos. Fui dormir antes das 22h.

No domingo eu continuei dormindo, e dormi muito mais. Tive um almoço e, depois dele, consegui dar uma geralzinha no apê… Ele estava precisado.

Ontem passou que eu nem vi.

E hoje estou aqui postando, um pouquinho frustrada por já estar com sono e querer fazer mais coisas antes de dormir, mas só consigo pensar na minha cama.

Boa noite!

E isso tudo foi em um ano só.

Extraída do blog Conta tudo Cacau

1) Qual seu tipo de cabelo(oleoso, misto, seco ou normal)?
Misto :/

2) Defina basicamente como é seu cabelo natural?(Crespo, ondulado, liso, fino, grosso, armado, volumoso, pesado, ralinho etc..)
MUITO CABELO, grosso e poroso, volumoso, ondulado meio liso…

3) Qual a cor natural?
Castanho escuro.

4) Você tem algum tipo de química nos cabelos?
Metade deles está descolorida de 3 descolorações e enfrentou algumas progressivas…

5) O que você mais gosta em seus cabelos?
O fato de serem extremamente fortes e crescerem rápido!

6) Se como mágica, pudesse fazer alguma modificação neles, o que seria?
Estaria comprido até o meio das costas em um corte maneiro e rainbow hain *-*

7) Está planejando alguma mudança (cortar, alongar, colorir, alisar etc)?
Sim, mas é segredinho :}

8) Você acha que existem cabelos naturalmente lindos ou acredita que é impossível exibir cabelos bonitos sem algum cuidado especial?
Existe cabelo naturalmente lindo sim!

9) Gosta de cuidar dos seus cabelos sozinha ou prefere deixá-los nas mãos de profissionais qualificados?
Prefiro deixar nas mãos de quem sabe, mas ultimamente estou sem recur$o$ então me viro sozinha hahaha

10) já teve alguma decepção ou se arrependeu de algo que fez ou fizeram em seus cabelos? Conte.
Já cortei a franja até ficar no meio da teste, e não gostei da cor que ficou depois que colori em setembro/2016.

11) Já descobriu algum truque, técnica ou produto que deixa seu cabelo melhor e não costuma abrir mão?
Nada em especial – inclusive, estou aceitando dicas!

12) Cabelo inspirador! Cite uma (ou mais) famosa(s) que você se identifica em relação aos cabelos?
Hoje em dia ninguém famoso em especial… Mas já me identifiquei com a Marimoon e a Hayley do Paramore.